terça-feira, 30 de novembro de 2010

Censo 2010 - Alguns resultados prévios

Já estão disponíveis, no site do IBGE, os primeiros resultados do Censo 2010. Fiz uma rápida análise dos dados e destaquei algumas curiosidades.

A população brasileira chegou a 190.732.694 habitantes, distribuídos em 5.565 municípios. Isso significa que, em média, cada cidade tem 34.273 habitantes. Mas 42% dos municípios têm menos de 10.000 habitantes e 90% têm menos de 50.000.
O mais impressionante é que 10% das cidades concentram 66% da população.
A região que mais cresceu, desde o último Censo em 2000, foi a Norte (22,98%), seguida pela região Cento-Oeste (20,74%). A região Sul foi a que menos cresceu  (9,07%).
O gráfico a seguir mostra a distribuição da população nas 5 regiões.
As 10 maiores cidades são (posição no Censo 2000):
1. São Paulo/SP (1)
2. Rio de Janeiro/RJ (2)
3. Salvador/BA (3)
4. Brasília/DF (6)
5. Fortaleza/CE (5)
6. Belo Horizonte/MG (4)
7. Manaus/AM (9)
8. Curitiba/PR (7)
9. Recife/PE (8)
10. Porto Alegre/RS (10)

Vamos aguardar mais dados para termos conhecimento do perfil atual do brasileiro.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

blog do Julio Segala: Ter um padrão é importante para uma rede de franqu...

blog do Julio Segala: Ter um padrão é importante para uma rede de franqu...: "A jornalista Adriana Lampert escreveu um excelente artigo sobre a importância de ter um padrão em uma rede de franquias. Ela foi muito habil..."

Ter um padrão é importante para uma rede de franquias?

A jornalista Adriana Lampert escreveu um excelente artigo sobre a importância de ter um padrão em uma rede de franquias.
Ela foi muito habilidosa em resumir vários fatores em uma forma simples e objetiva.
Transcrevo abaixo o artigo:
(http://www.portaldofranchising.com.br/site/content/interna/index.asp?LarguraTela=1113&codA=368&codC=5)

Manter o padrão é norma essencial para os franqueados

Adriana Lampert - Jornal do Comércio - RS - 13/10

"Para abrir um negócio é preciso mais do que dinheiro. Entre outras exigências importantes, conhecer o ramo de atuação é fundamental para tomar decisões que ajudem no andamento do empreendimento. Além da disposição para administrar finanças é preciso saber liderar e manter equipes treinadas, bem como estar sempre presente no estabelecimento. Estas são dicas básicas para quem pensa em investir no próprio negócio. E servem de exemplo também para quem pensa estar na linha de frente de uma franquia, independentemente do ramo de atuação.


Neste caso, deve-se partir do princípio de que cada ponto de venda funciona para contribuir na divulgação da marca do franqueador. Se não ficar atento, o investidor pode vir a dar um "tiro no pé", ou mesmo arranhar a imagem institucional da rede que estiver representando. Um exemplo de procedimentos que podem prejudicar tanto franqueador quanto franqueado é o mau atendimento ou a perda de padronização. E isso não é incomum.


O publicitário Julio Bernardi, acostumado a frequentar determinada rede, descreve situação que vivenciou em um estabelecimento franqueado da marca em questão. "Em geral, nas lojas desta rede o atendimento é rápido, a comunicação é cordial e o local está em condições aceitáveis de higiene. Certo dia, ao rodar a cidade, entrei em uma loja e me deparei com um tratamento que destoava do que estava acostumado", relata.


Sempre correndo contra o relógio, Bernardi conta que perdeu 20 minutos esperando apenas para ser atendido. Na fila, apenas três pessoas o antecediam. Proximidade suficiente para conseguir observar uma situação constrangedora: cada cliente que deixava a fila do caixa era alvo de piadas por parte dos atendentes. "Chamei a atenção de uma funcionária, e recebi uma resposta mal humorada e displicente. Fiquei aborrecido", conta o publicitário, que ainda percebeu outro deslize do estabelecimento: "A xícara do meu café estava suja".


O descontentamento levou o publicitário a buscar seus direitos de consumidor. "Utilizei o site para falar com a ouvidoria da rede", lembra. A resposta que obteve foi rápida e dentro do padrão do departamento de relacionamento com o cliente, com promessas de orientação à equipe. Passadas algumas semanas ele voltou ao local, e o atendimento não havia melhorado.


Mas o mau atendimento não é exclusividade de franquias. "No caso do franchinsing, significa que o franqueador está sendo negligente", adverte Gustavo Schifino, diretor da Associação Brasileira de Franchinsing no Estado (ABF/ RS). Segundo ele, cabe ao franqueador acompanhar os negócios franqueados e realizar supervisão de campo. "Se não estiver no padrão, deve enviar advertência em primeiro momento, depois tem direito a aplicar uma multa contratual e, por último, reincidir o contrato", resume.


O dirigente lembra ainda que é possível evitar casos desagradáveis a partir do momento em que se fecha um negócio desse gênero. "O bom franchinsing recomenda uma análise de perfil do interessado em adquirir uma franquia, para ver se ele tem condições de cumprir os critérios estabelecidos", ensina. Conforme o diretor da ABF/RS, é importante ressaltar que o sucesso ou insucesso de um franqueado não está exclusivamente ligado ao franqueador. São também fundamentais iniciativa, aptidão e boa administração do negócio por parte do empreendedor, além do acerto no ponto comercial. Porém, o suporte que o franqueador deve oferecer é um elemento fundamental para o sucesso da franquia.


"Nós realizamos avaliação mensal, pois tem sempre um franqueado que insiste em fazer como ele quer. Coincidentemente, são estes os que não têm sucesso", destaca Milton Costa, agente de desenvolvimento da rede de restaurantes Subway. Ele acredita que a maioria das redes enfrenta problemas. "E os clientes percebem isso", garante. "Em nossa experiência, quando uma loja não acerta o passo, é sempre devido a problemas operacionais, onde o franqueado não está presente e não se importa com o negócio", completa.


Critérios na escolha não garantem o perfil ideal


Um dos processos mais delicados em um franchising é o processo de seleção dos franqueados. "Até hoje procuro o perfil ideal, mas é difícil", admite Milton Costa, agente de desenvolvimento da Subway, com 32 franqueados no Rio Grande do Sul. Ele chama atenção para empresários com perfil de investidor, com interesse apenas em injetar dinheiro em um negócio. "Prefiro pessoas ativas, dinâmicas, empreendedoras, presentes e detalhistas", enumera o executivo. Essas características, segundo ele, podem garantir que os funcionários sintam a presença do proprietário controlando o negócio, administrando forças e fraquezas da equipe. "Acho imprescindível, antes da assinatura do contrato, que o novo empreendedor passe pelas lojas, conheça o trabalho e veja, na prática, como funciona", completa.


Treinamento de atendimento e de moda, consultorias de planejamento e gestão, apoio em negociação com cartões, e campanhas padronizadas são algumas das ações que a rede de lojas Via Uno executa, buscando manter o padrão de seus franqueados. "Felizmente, em nossa rede, estes empresários possuem o entendimento de que se a imagem da marca sofre, a loja individualmente também será prejudicada", diz Paulo Kieling Filho, diretor de marketing da empresa.


A fim de manter um bom conceito da marca no mercado, o franqueado deve estar permanentemente motivado para que o bom atendimento e a prestação de serviços adequada predomine, garantindo o sucesso do empreendimento. Mas como proceder no caso de a franquia não dar certo? "O respeito e a transparência vêm em primeiro lugar. A partir daí é trabalhar nas causas e buscar as melhorias que se fizerem necessárias", opina Kieling.


Na rede de restaurantes McDonald´s, que conta com 63 operadores em todo o País, os franqueados são selecionados através dos critérios de "empreendedorismo, forte desejo de ser bem-sucedido, experiência profissional de sucesso e conhecimentos adequados para gerenciar seu próprio negócio". A marca oferece treinamento de até um ano, antes da abertura do restaurante. Atualmente, a Arcos Dourados, empresa responsável pelas franquias da rede, não está aberta a novos empreendedores no Brasil."

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Aumento da classe média no mundo x Efeito Estufa

Estou lendo o livro Quente, Plano e Lotado, do jornalista americano Thomas L. Friedman, onde dá sequência ao livro "O Mundo é Plano", de sua autoria.
O livro começa com a transcrição de uma história que o jornal The Orion publicou em 15/06/2005. A história não é verdadeira, mas ela retrata claramente a relação das sociedades ocidentais com os produtos chineses. Quando lí essa parte do livro, recentemente tinha dado uma passada pela rua 25 de março, em São Paulo, e percebi que embora essa história fosse inventada por um jornalista do The Onion, ela retrata claramente a nossa realidade. Em resumo, o texto fala do costume dos americanos (incluo os brasileiros nisso) de comprar todas as "porcarias" que são produzidas na China e que não tem tanta utilidade no dia-a-dia. Por exemplo, uma concha de sopa, com um furo no meio e um cabo que dobra 90 graus, microondas para omelete, lupas que brilham no escuro, extrator de miolo de abacaxi,... Depois de um tempo, ao percebemos que não servem para muita coisa, que estão ocupando lugar no armário e que pagamos muito pouco pelo produto, jogamos no lixo.
Mas para produzir todos esses produtos, a China precisa de energia elétrica, que é produzida em usinas termo elétricas a carvão.
A classe média dos países em desenvolvimento, como Brasil, India, Rússia e China, vem aumentando e essas pessoas começam a consumir mais e mais produtos, produzidos na China, através da queima de carvão.
A queima de combustível fóssil aumenta o efeito estufa e o planeta está aquecendo cada vez mais.
Até pouco tempo, a China era um país exportador de carvão. Mas ontem, no jornal Folha de São Paulo, encontrei a seguinte reportagem: "Países exportam carvão para suprir demanda chinesa - Expansão do consumo chinês gera tensão entre países que visam lucros e os que defendem metas ambientais". Este artigo retrata a mudança da China - de exportador, virou importador de carvão. Ela precisa de mais energia para poder produzir mais produtos que são consumidos de forma desmedida pelas sociedades que vêm enriquecendo.
Precisamos analisar melhor as nossas atitudes no dia-a-dia, as mais básicas, pois elas podem estar contribuindo muito para o aquecimento global.
Quem tiver a oportunidade, vale ler esse livro do Friedman.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Lucro, lucratividade, rentabilidade

Lucro, lucratividade, rentabilidade
Data de publicação: 14/08/2009
http://www.sebraemg.com.br/Geral/VisualizadorConteudo.aspx?cod_conteudo=283&cod_areasuperior=31&cod_areaconteudo=130&cod_pasta=131&navegacao=PARA_SUA_EMPRESA/Desenvolva_sua_Empresa/Resultados_Positivos/Lucro%2C+lucratividade%2C+rentabilidade?cod_areaconteudo=1409&cod_paginaconteudo=1409


Lucro - Sendo conceituado de uma forma simplificada, nada mais é do que o resultado positivo deduzido das vendas os custos e despesas.

Lucratividade - É a relação do valor do lucro com o montante de vendas, ou seja, divide-se o valor do lucro pelo volume de vendas (lucro líquido/vendas).

Rentabilidade - Refere-se ao resultado que possibilita a análise do retorno sobre o investimento realizado na empresa.

O lucro, portanto, é a base para a análise das decisões de investimentos.

A primeira pergunta que se faz é qual o lucro ideal?

É obvio que quanto maior, melhor! Entretanto, o retorno de investimento é uma recompensa equivalente a todo o investimento e não apenas aos lucros gerados nos períodos iniciais, ou de um período específico.

Um investimento pode proporcionar altas taxas de lucros em determinados períodos, e até prejuízos em outros; neste caso deve prevalecer o retorno médio obtido no período considerado.

Para os pequenos negócios é importante que os lucros gerados sejam equivalentes a 3% ao mês em média do valor dos investimentos próprios.
Com relação à lucratividade (lucros sobre as vendas) para as micros e pequenas empresas ela varia entre torno de 5% a 10% para indústria e comércio. No caso de prestadoras de serviços ficam em torno de 15% a 20%. Para análise correta da lucratividade, as considerações são as seguintes: quanto maior, melhor para a empresa; a mesma deverá ser comparada com média do setor em que a empresa atua; e deverá atender a expectativa do empreendedor.

Normalmente os lucros gerados por uma empresa revelam três situações distintas:

-Podem estar gerando recursos insuficientes para manter a empresa;
-Podem estar gerando recursos mínimos para manter a sua sobrevivência;
-Podem estar gerando recursos para empresa sobreviver e crescer.

Uma empresa que esteja gerando recursos para sobreviver e crescer, deve observar o seguinte:

-Normalmente tem fluxo de caixa positivo;
-Obtém ganho financeiro;
-Investe recursos na atualização do seu imobilizado; procura manter seus funcionários treinados e atualizados;
-Investe recursos constantemente em marketing;
-Gera recursos para manter o capital de giro e proporcionar o retorno desejado pelos investidores.

Concluindo:

Toda empresa necessita gerar lucros para sobreviver e crescer. Todo empreendedor, quando aplica os seus recursos financeiros em qualquer negócio, tem expectativa de obter retorno o mais rapidamente possível e com segurança. E para que isto aconteça é preciso a empresa apresentar não somente resultados positivos quantitativos, mas também resultados positivos qualitativos.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A padronização do sucesso

Como modelo de negócio, o sistema de franquias tem boas lições a ensinar, especialmente a da padronização, tão útil para qualquer varejista que tem mais de um ponto-de-venda e deseja estabelecer um modelo único e eficiente para suas lojas. Esse é o assunto do artigo do consultor especializado em franquia, Marcus Rizzo.
Artigo de Marcus Rizzo
Ilustrações Cacá

Nada melhor que a bola rolando em uma bela partida de Copa do Mundo para entender a importância dos padrões. O torneio de futebol é um dos principais responsáveis pela popularização do esporte, mas são os padrões que acabam viabilizando a realização da Copa e permitem que seja realizada, assistida, compreendida e também sofrida ou comemorada.
Como é possível que bilhões de espectadores espalhados por todo o planeta com cultura, religião e educação tão diferentes entendam esse jogo com tanta clareza? Regras simples, totalmente padronizadas, e muita rigidez na sua aplicação tornaram o futebol o esporte mais popular do mundo.
Em qualquer lugar do mundo, o campo tem as mesmas dimensões, o cartão vermelho expulsa o jogador, o número de jogadores em cada time é o mesmo, apenas três substituições são permitidas, o jogo ocorre em noventa minutos, há sempre um árbitro e dois auxiliares e a bola, essa que transmite a mais universal das linguagens, precisa ultrapassar a linha das traves para o melhor momento: o gol!

Escala é o nome do jogo - Mas por que cargas d’água abrir um artigo sobre a importância de padrões para o varejo falando tanto de futebol? Simples. O esporte é um exemplo perfeito de vitória da padronização. Trazendo essa realidade para o mundo dos negócios, o sistema de franquia é quem melhor incorpora o uso de processos padronizados.
Tal qual no futebol, são os padrões que permitem que esses pequenos negócios alcancem a internacionalização mantendo os mesmos conceitos, produtos, serviços e operação independentemente do local em que estejam instalados.
Nesse exato momento, 25 mil restaurantes McDonald’s nos mais diferentes locais do globo terrestre estão produzindo sanduíches Big Mac exatamente iguais, operados por franqueados diferentes. É permitido aqui esquecer o gosto ou até mesmo a eventual dificuldade de digestão, mas é importante refletir sobre a redução de custos por meio do credenciamento de fornecedores e do processo produtivo e, principalmente, a velocidade de produção e entrega do produto.
Pode até parecer neurose, mas o nome do jogo é ter escala, o que é possível somente com a padronização, considerada o caminho mais seguro para a produtividade e a competitividade, possibilitando formar a base para a internacionalização de negócios.


Festival de diferenças - Com algumas exceções, o varejo óptico no Brasil é um bom exemplo da falta de padrões, o que, obviamente, dificulta a expansão. Há pequenas e médias redes em todo o país, atuando em estados ou regiões, em que o único ponto em comum, porém, é a marca. E, muitas vezes, até mesmo a marca é aplicada de diferentes formas em cada loja.
A desigualdade continua: o conceito é totalmente modificado a cada filial aberta em virtude da evidente falta de padrões. Como não há critérios de localização para instalar um novo ponto-de-venda - geralmente a abertura de uma filial tem origem em uma oportunidade imobiliária e não de mercado –, descobre-se que o perfil do consumidor naquela nova área é totalmente diferente daquele do local original. Em decorrência, ocorre uma série de outras mudanças que fogem do controle como mix de produtos, preços, margens, atendimento, layout, exposição, estocagem e sistema de reposição.
Como resultado, na maioria das vezes, o insucesso bate à porta desses lojistas que não levaram a padronização em conta e, então, apelam para tábuas de salvação. É um vale-tudo para salvar aquele ponto comercial vendendo relógios, jóias e livros. Opa, livros? Essa é nova! Bom, sabe como é, quem lê precisa ter sua visão em dia e devidamente corrigida.


Como seguir padrões? - De que forma as franquias conseguem manter intacto o conceito, mesmo instaladas em diferentes mercados e operadas por franqueados independentes? O segredo são os padrões operacionais desenvolvidos numa unidade-piloto, transformados em manuais e passados em programas de treinamento.
A unidade-piloto é a instalação experimental e prática onde o franqueador testa produtos e serviços e examina os procedimentos operacionais com o objetivo de desenvolver o melhor fluxo de trabalho possível para atender o consumidor e garantir a lucratividade do negócio. Para ficar mais fácil o entendimento, no varejo comum a unidade-piloto pode ser considerada como a loja-modelo.
Para que haja real possibilidade de sucesso em uma operação de franquia, o franqueador precisa ter um negócio testado e de sucesso comprovado. Isso se dá com a abertura e a operação de várias lojas próprias, estabelecidas por meio de uma ou mais unidades-piloto, local em que todos os procedimentos serão sistematizados e transmitidos por meio de programas de treinamento para funcionários e franqueados.
Entre os aspectos considerados mais importantes para o desenvolvimento do protótipo do negócio na unidade-piloto estão produtos e marketing, seleção do ponto, métodos de construção, inauguração, unidade-piloto como centro de treinamento, compras de materiais e suprimentos e controle de qualidade.

Produtos e marketing – Itens como reações dos consumidores em relação aos produtos e serviços, qualidade, consistência e aparência são testados na unidade-piloto, que também é usada como teste de mercado para as franquias da rede.
A probabilidade de o consumidor comprar o produto ou serviço, o modelo de consumo e as variáveis controláveis de marketing empregadas para satisfazer o mercado-alvo são medidas e sistematizadas pelo franqueador.
Conhecer as reações do consumidor para então desenvolver estratégias de conquistá-lo e encantá-lo são necessidades fundamentais a qualquer modelo de comércio. Depois de estudar tais questões, em sua loja-modelo, o empresário estará pronto para transmitir os conceitos às suas outras lojas.


Seleção do ponto - A importância na determinação do local para instalar novas lojas requer uma análise cuidadosa que envolve fatores demográficos, rotas de acesso para os consumidores e algumas características físicas do imóvel.
Muitos franqueadores possuem mais de uma unidade-piloto, permitindo que avaliem as forças e fraquezas de cada protótipo e quais as diferenças operacionais de localização ou características de layout do negócio. Tais comparações, realizadas entre diferentes protótipos, permitem avaliar se uma única característica afeta a eficiência operacional, o volume de vendas ou atitudes do consumidor em relação ao ponto, a conveniência, aos ambientes interno e externo.
O ponto comercial é fator determinante para o sucesso de qualquer negócio, seja franquia ou varejo tradicional. Sua escolha deve ser baseada em análises de importante variáveis como as descritas acima e não alicerçada apenas em oportunidades imobiliárias, como já foi citado anteriormente.


Construção - Planos detalhados são desenvolvidos envolvendo projetos de arquitetura e especificações do layout do interior da loja. Aparência, materiais de construção e métodos construtivos são analisados e definidos de acordo com a praticidade e a economia apresentada durante a obra. Todas as alterações dos planos e cronogramas de construção são registrados para minimizar a possibilidade de enganos.
A aparência da loja é algo muito perceptível para o consumidor final. Da mesma forma que o atendimento e o mix de produtos, o cliente imediatamente identifica a loja em que acabou de entrar, se todos os pontos-de-venda dessa rede “falam a mesma língua”.


Inauguração – É o grande dia. A abertura de uma nova loja, mesmo para os mais experientes, é sempre recheada de fortes emoções. É preciso estudar todos os procedimentos: do treinamento de funcionários às informações que serão distribuídas para a imprensa, os convites para autoridades e tudo mais.
Mas tão importante quanto a festa de abertura são os procedimentos de monitoração na fase seguinte à inauguração, quando se avalia o giro dos estoques e o resultado das vendas de acordo com a lucratividade apresentada por produto.

Unidade-piloto como um centro de treinamento - Os manuais de operações do negócio serão utilizados como apostilas práticas do programa de treinamento. Grandes franqueadores possuem enormes instalações de treinamento que atendem centenas de franqueados: o McDonald’s dispõe da Universidade do Hambúrguer, nos Estados Unidos, e também em Alphaville, na Grande São Paulo, e a Midas tem o MIT-Midas Institute of Technology, isto é, Instituto de Tecnologia Midas, também em solo norte-americano.
Nesses centros de treinamento, franqueados e seus funcionários são apresentados a todas as situações que envolvem a operação do negócio, desde a abertura até o fechamento das portas no final do dia, gerenciamento de pessoal, caixa, estoques, enfim, tudo será abordado.
Um varejista tradicional não conta com franqueados, mas tem supervisores, gerentes e equipes de vendas, que devem rezar todos pela mesma cartilha. O caminho é padronizar o treinamento, criando uma central de formação que envolva todos os aspectos do dia-a-dia da loja.

Compras de materiais e suprimentos - Na unidade-piloto, o franqueador desenvolve produtos, fornecedores e a especificação de materiais, determinando o padrão de quantidade e o preço por meio do custo efetivo de compras. É o local onde o franqueador tem a oportunidade de estudar custos, analisando os estoques por tipo de item e quantidade mínima necessária por intermédio do histórico de vendas do negócio.
Os serviços oferecidos aos consumidores pelo franqueado, como entrega, empacotamento e horário de atendimento estendidos podem alterar os custos e também serão analisados para definir o que é realmente importante para atrair consumidores.
A loja-modelo é uma importante oportunidade para o varejista deixar sua oferta de produtos azeitada e eficiente, além de ter a possibilidade de avaliar o nível dos serviços para, então, implantá-los com qualidade total em todas as lojas.

Controle de qualidade - O sucesso de uma franquia depende muito da padronização dos produtos, dos processos de trabalho e dos serviços oferecidos aos consumidores, que esperam encontrar a mesma qualidade em todas as unidades da franquia. A proposta do controle de qualidade é checar se produtos e serviços oferecidos na rede estão consistentemente seguindo os padrões definidos.
Além disso, o controle de qualidade também irá reduzir perdas de material, minimizar sobras e reduzir ao mínimo a insatisfação dos consumidores. Anúncios podem atrair consumidores para a primeira compra, mas é a qualidade da operação, dos produtos e dos serviços que fará o consumidor retornar à loja.

Partir para a ação - Depois de explicar todos os pontos em que a padronização faz a diferença no sistema de franquias, vale trazê-los para o varejo comum, para o dia-a-dia de quem tem uma rede de ópticas ou para quem tem em mente esse projeto. Tudo pode ser facilmente aplicado, basta adaptar a estratégia e partir para o processo de padronização propriamente dito.
Quer crescer ou até mesmo sobreviver? Desenvolva tecnologia para operar o seu negócio e padronize. Padronizar é reunir as pessoas e discutir o procedimento até encontrar o melhor caminho. Para treinar pessoas, é necessário registrar o padrão e assegurar-se de que a execução está de acordo com o que foi condensado.
Sem dúvida, é uma tarefa árdua. Afinal, trata-se de alterar os métodos de trabalho, romper paradigmas e implantar uma nova realidade no negócio. Mas quando se vê o sucesso que as franquias que trabalharam direitinho têm, deve-se sentir estimulado para ir adiante. A uma certa altura, o empresário verá que, mais que padronização dos processos, ele terá o sucesso também como padrão. E aí, como em uma boa partida de futebol, é só chutar para o gol e correr para o abraço!

Qual é a melhor idade para empreender?

Por Marcelo Costa Menezes*
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI84092-17161,00-QUAL+E+A+MELHOR+IDADE+PARA+EMPREENDER.html


"Qual é a melhor idade para empreender? Existe uma idade mínima? E qual conselho você daria para um jovem de 20 anos que cursa Administração de Empresas para se capacitar para o processo de empreendedorismo?"
Leandro Rodrigues de Oliveira Nova Friburgo, RJ


Não há idade determinada, certa ou errada, para ser empreendedor, isso é algo que ocorrerá naturalmente de acordo com o perfil de cada um. Contudo, aos jovens que se veem empreendedores, sugiro:

 Ser altamente atualizado e informado. Sem informação fica difícil identificar oportunidades
 Ser determinado em suas pesquisas, análises e estudos para minimizar os riscos
 Não cair na rotina e entrar em um processo robótico de suas atividades. Sempre buscar novas formas de melhorar
 Ter senso crítico e questionar o porquê das coisas. Isso abrirá a mente para as sugestões e questionamentos como: “por que não fazemos assim ou dessa outra forma”
 Antes de se aventurarem em seus próprios negócios, procurem ser empreendedores nas empresas em que trabalham
 E o mais importante, perca o medo de arriscar, de fracassar, pois o fracasso nos fortalece. Ademais, os jovens têm esse direito

Mas, para responder melhor a esta pergunta, acho que é mais prudente definir primeiro o que é ser empreendedor. Muitas pessoas, inclusive as mais jovens, acham que ser empreendedor é ter seu próprio negócio, ou seja, a partir do momento em que se tornam empresários passam a ser empreendedores. Esse pensamento está completamente equivocado. Ser empreendedor é muito mais que isso e não se limita ao empresariado. Há muitos empresários que não são empreendedores e vice-versa.

Em momentos de crise, quando o índice de desemprego cresce substancialmente, surgem muitos que se acham “empreendedores”. As pessoas, sem opções, resolvem pegar suas economias e investir em algum negócio, seja uma loja, lanchonete, oficina, etc. Mas fazem isso sem estar preparadas. Criam um negócio qualquer (um mero mercador que compra e vende), sem ter na veia o sangue empreendedor. E o resultado disso, que podemos chamar de desespero, não passa de mais um incremento nas estatísticas das pequenas empresas que fecham em menos de um ano. Esse é um exemplo clássico de que ser empreendedor não é ser empresário.

Ser empreendedor é pensar fora da “caixa”, do óbvio, e tentar novas soluções para melhorar sua atividade (seu trabalho). Um empresário empreendedor é aquele que vê oportunidades diferenciadas para o crescimento do seu negócio. Desde a área industrial, como formas mais eficazes e baratas de produção, até a área de vendas, como também vislumbrando novos mercados e apresentando seu produto de forma inovadora.

Uma pessoa pode também ser empreendedora no seu emprego, na sua função. Para isso basta desenvolver novos métodos, que de alguma forma gerem ganhos para o acionista da empresa. “Empreendedor é o individuo que detém uma capacidade nata de inovar, organizar, administrar e executar . Destaca-se gerando novos produtos - mercadorias ou serviços - a partir de conhecimentos e bens comuns. Em outras palavras é o profissional que, à sua maneira, modifica, pioneiramente, a forma de atuação de procedimentos considerados universais, com resultados bem superiores aos denominados “lugar comum”.

O espírito empreendedor está dentro de cada pessoa. É nato. E como todo dom, tem que ser desenvolvido, lapidado. Porém, às vezes fica escondido, sem manifestar-se, por uma série de fatores entre os quais destaca-se o medo de arriscar. Para que possamos desenvolver nossas habilidades empreendedoras temos que nos livrar do medo do fracasso, sair da zona de conforto e procurar sempre formas de agregar valor ao negócio.

* Marcelo Costa Menezes é empresário do setor de bicombustíveis e energia renovável, diretor do CJE – Comitê de Jovens Empreendedores da FIESP - e membro do Conselho dos Novos Líderes

É aconselhável fazer um crédito para abertura de uma franquia?

Por Laecio Barreiros*
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI84709-17161,00-E+ACONSELHAVEL+FAZER+UM+CREDITO+PARA+ABERTURA+DE+UMA+FRANQUIA.html

“Gostaria de saber se é aconselhável fazer um crédito para abertura de uma franquia, pois o capital que possuo é insuficiente para a abertura da mesma.”
Marcelo Parreira; Ribeirão Preto, SP

Você deseja empreender e abrir um negócio próprio - uma franquia - e não possui todo o dinheiro? Faço a seguir algumas sugestões e dicas para realizar o seu sonho:

1. Tente, primeiro, financiar com o franqueador. Alguns têm na sua estratégia de expansão recursos disponíveis para financiar, principalmente a taxa de franquia. Com isso você terá uma identificação e comprometimento com o sucesso do negócio, dividindo o risco entre o franqueado e o franqueador, além de obter taxas de juros subsidiadas e garantias negociadas.
2. Veja se não é possível obter esse capital com algum membro da família ou amigo, com certeza os juros serão mais baixos e as garantias necessárias serão melhor negociadas.
3. Programas e linhas de crédito específicos para o segmento de franquias. Sugiro dois programas disponíveis nos bancos públicos. São eles:

I. Programa CEF Franquia – Caixa Econômica Federal
É um programa de crédito destinado ao segmento de franchising que oferece recursos para capital de giro, antecipação de receitas, financiamentos para investimentos, convênios, seguros e previdência. A partir da análise e aprovação do plano de negócios, elaborado em conjunto com a rede de franquia, o candidato pode obter financiamento para o investimento fixo e capital de giro associado necessário à implantação de sua unidade. As condições são atraentes: taxa de juros de 5% ao ano mais a variação da TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), que estava em 6,25% ao ano em julho de 2009, e prazo de até 48 meses, com até seis meses de carência. O empresário deve aguardar o financiamento da Caixa para adquirir o equipamento. O teto máximo de financiamento é R$ 400 mil e o percentual máximo financiado pode variar de 30% a 60%, de acordo com a rede.

II. Programa BB Franquia – Banco do Brasil
É um Programa destinado a apoiar as empresas do segmento de franquias. Por meio de um convênio assinado entre a franqueadora e o Banco, as unidades franqueadas têm acesso aos produtos e serviços do BB, entre eles linhas de crédito para capital de giro, financiamentos de investimentos, e outras soluções que o BB coloca à disposição da empresa. Os conveniados do Programa dispõem de maior agilidade no fluxo de contratação de operações para financiamentos. O Banco do Brasil possui a linha de financiamento Proger Urbano Empresarial que, além de financiar a implantação e modernização de sua empresa, financia também a taxa de franquia, com as melhores condições negociais do mercado.

E quanto você deve financiar?

Vai depender da capacidade de geração de caixa do negócio, ou seja, quanto a franquia pode gerar de resultado após apurar todas as receitas e recebimentos com vendas. Para isso, é necessário deduzir todos os seus desembolsos e gastos com custos e despesas fixas, impostos, composição de estoques, a diferença (saldo de caixa) que deverá ser reservada do capital de giro. A partir daí podemos determinar o valor a destinar para amortização da dívida. Lembre-se que o valor do investimento necessário deve ser composto da seguinte forma: Taxa de Franquia (+) Instalações e Equipamentos (+) Capital de Giro. Esta equação é que vai determinar o valor do investimento na franquia. Normalmente as empresas franqueadoras têm estas planilhas e controles com o objetivo de determinar o capital necessário a ser investido e sua taxa de retorno.

Vejamos a seguir um exemplo didático com base em Regime de Caixa para apurar a capacidade de geração de caixa para amortizar um empréstimo:

Recebimentos (Vendas) R$ 100.000,00
(-) Compras para Estoque R$ 50.000,00
(-) Impostos R$ 10.000,00
(-) Custos e Despesas Fixas R$ 6.000,00
(-) Custos e Despesas Variáveis R$ 4.000,00
Geração de caixa ( saldo ) R$ 30.000,00
1/3 para amortização empréstimo R$ 10.000,00
1/3 para manutenção capital de giro R$ 10.000,00
1/3 para reservas de capital R$ 10.000,00

Nossa recomendação:

Não comprometer mais que 1/3 do caixa gerado na operação para saldar o empréstimo para investimento e abertura da franquia.

É muito importante que antes de tomar esta decisão, de abrir um negócio através de uma franquia e acessar uma linha de crédito para este fim, sejam tomadas algumas precauções como:
- Fazer uma pesquisa de mercado para entender o comportamento do negócio,
- Pesquisar associações de classe para obter informações e know-how, por exemplo: Associação Comercial, ABF, Sebrae
- Preparar um plano de negócio com visão de curto, médio e longo prazo

* Laecio Barreiros é contador com MBA em Finanças, diretor da L&Barreiros Controladoria, especializada em Planejamento, Finanças e Contabilidade para pequenas e médias empresas

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Na divulgação do Google, no meu blog, tem uma proposta bem interessante. Entrem no link http://www.google.com.br/doodle4google/ e se conhecerem uma criança que pode participar, convidem-na a se inscrever.

Situação do avanço escolar no Brasil, comparado com os Estados Unidos

Em uma palestra de um consultor da Hoper Consultoria, foi apresentada a seguinte situação:

De cada 100 alunos que ingressam no Ensino Fundamental (EF), no Brasil e nos Estados Unidos:

USA: 94 concluem o EF e os 94 ingressam no Ensino Médio (EM).
Brasil: 45 concluem o EF e 32 passam para o Ensino Médio - 13 abandonam os estudos.

USA: dos 94 que ingressaram no EM, 86 concluem e 57 ingressam no Curso Superior (CS).
Brasil: dos 32 que ingressaram no EM, 26 concluem e 18 ingressam no Curso Superior.

USA: dos 57 que ingressam no CS, 38 concluem e recebem o diploma.
Brasil: dos 18 que ingressam no CS, 10 recebem o diploma.

Minha conclusão: para o Brasil se tornar uma nação forte, precisa investir mais na educação de base, no Ensino Fundamental. Atualmente percebo que os investimentos são maiores nos Cursos Superiores. Esses investimentos devem continuar e aumentar ainda mais. Mas deve-se investir no mínimo o dobro nas escolas de Ensino Fundamental. Mas os efeitos desse investimento demoram uns 15 anos para aparecer... aí já mudou de governo umas 4 vezes e os "louros" não serão de quem decidiu pelo investimento...
Recebi o texto abaixo de uma amiga e achei bem interessante. Estou postando para ajudar na reflexão sobre o futuro do nosso país.
_________________________________________________________________________________________
"Um professor de economia disse na universidade que ele nunca havia
reprovado um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe
inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o Socialismo realmente
funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria
igualitário e “justo” .

O professor então disse: "Ok, vamos fazer um experimento socialista
nesta classe... Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e
portanto seriam “justas”. Isso quis dizer que todos receberiam as
mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso
também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam
"B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não
se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda
menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que
tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se
aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra
suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos...

Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".

As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre
os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da
atmosfera das aulas daquela classe.
A busca por “justiça” dos alunos tinha sido a principal causa das
reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer
parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar
para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos foram
reprovados... Para sua total surpresa !

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque
ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus
participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria
fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.

"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é
grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos
outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por
elas, então o fracasso é inevitável."

Esta “estória” torna claras as verdades abaixo...!

1. “É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações
que punem os ricos pela prosperidade.
2. Para cada pessoa que receba sem trabalhar, é preciso que haja outra
pessoa que trabalhe sem receber, pois o governo não pode dar para
alguém aquilo que não tira de outro alguém.
3. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa
trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando
esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para
sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma
nação.
4. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
____________________________________________________________________________